POLÍTICA NACIONAL
Presidenciais? "Percebi que ninguém vai conseguir pôr ordem no país se não for o CHEGA"
Por Folha Nacional
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André Ventura assume candidatura presidencial como missão e critica imigração descontrolada e sobrecarga no SNS, defendendo que só o CHEGA pode "pôr ordem no país".
O Presidente do CHEGA e atual candidato às eleições presidenciais, André Ventura, afirmou esta quinta-feira que a decisão de se candidatar não surgiu por vontade própria, mas por sentir que tem uma responsabilidade a cumprir. Embora admita que preferia ver o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho avançar na corrida a Belém, Ventura considera que a sua candidatura se tornou necessária.
Em entrevista à CNN Portugal, questionado sobre se tomou a decisão contrariado, tendo em conta declarações anteriores, Ventura respondeu que sempre pautou a sua carreira política pela honestidade: “Nunca escondi que esta não era a candidatura que desejávamos. Acreditava que o ideal seria surgir uma candidatura capaz de unir várias forças, independente de interesses partidários e verdadeiramente comprometida com a luta contra a corrupção.”
Segundo o líder do CHEGA, o facto de ser o político mais votado da oposição, logo a seguir ao Governo, torna menos desejável o seu envolvimento direto na corrida presidencial. No entanto, sublinha que a política não se faz apenas com base nos desejos individuais, mas na confiança do eleitorado: “Nem sempre se trata do que queremos, mas do que é necessário para o país.”
Questionado sobre se encara esta candidatura como um sacrifício pessoal, Ventura respondeu com firmeza que a vê como uma missão: “Não posso ficar de braços cruzados quando o país atravessa tantos problemas. Precisamos de um Presidente que represente algo diferente, alguém que não seja apenas mais um comentador, mas um verdadeiro combatente contra a corrupção, o facilitismo e a imigração desregulada.”













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