POLÍTICA NACIONAL
Líder Parlamentar do CHEGA acusa Governo: "O Estado voltou a falhar e está a custar vidas”
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Depois de três mortes em 24 horas à espera de socorro, Pedro Pinto acusou o Governo de incompetência e de conduzir o SNS para um colapso sem precedentes.
Pedro Pinto, líder parlamentar do CHEGA, traçou um retrato implacável do Serviço Nacional de Saúde, afirmando que Portugal passou de uma promessa de “saúde para todos” para um sistema incapaz de responder às emergências mais básicas. “Três horas à espera de uma ambulância é inadmissível. O Estado voltou a falhar no socorro aos portugueses”, afirmou.
O deputado apontou os recentes casos de mortes à espera de assistência como prova de um “colapso total do SNS”, denunciando falhas de coordenação, ausência de planeamento e incapacidade de resposta. “Falha cada vez que um bebé nasce numa ambulância ou numa área de serviço. Isto é Portugal, não é o Bangladesh. É o estado em que os senhores deixaram a saúde”, declarou.
Pedro Pinto acusou ainda o Governo de ignorar alertas e de agir apenas após a tragédia. “Foi preciso morrerem três pessoas para se arranjarem mais camas nos hospitais?”, questionou, defendendo que a situação não resulta de fatalidades, mas de opções políticas erradas. “Se o Governo estava avisado, isto é incompetência da ministra e do seu Governo”, reforçou.
O líder parlamentar do CHEGA evocou também o aumento generalizado do custo de vida desde 1 de janeiro — do pão aos ovos e à alimentação — para sublinhar que os portugueses “pagam impostos para ter saúde, mas o Governo não lhes garante cuidados”. A concluir, deixou uma pergunta direta ao primeiro-ministro: “Até quando vai segurar a ministra da Saúde?”
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