Em comunicado, a sociedade afirma que as decisões anunciadas pelo Governo “não aparentam assentar em fundamentos técnicos e científicos devidamente explicitados e sustentados", o que coloca em causa a segurança e a eficácia do socorro em Portugal. A SPEPH destaca que a ausência de critérios transparentes contraria as conclusões de diversos relatórios técnicos elaborados sobre o setor e refere que a atual estratégia poderá degradar a capacidade de resposta em situações críticas, nomeadamente doença súbita ou trauma grave.
A sociedade reafirma ainda o seu compromisso com a "excelência na prestação de cuidados" e apela a que as alterações estruturais no sistema sejam suportadas por evidência científica robusta.